HIP-HOP E TERRITORIALIDADE

As batalhas de rima como práticas formativo-musicais de reexistência

Autores

  • ANA PONCIANO Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN))
  • Mário André Wanderley Oliveira

Palavras-chave:

Hip-hop, Territorialidade, Formação musical

Resumo

 Esta comunicação apresenta um recorte de uma dissertação de mestrado que investigou a dimensão formativo-musical do hip-hop a partir da Batalha do Nova, em Natal/RN. O objetivo é compreender como as batalhas de rima constituem práticas musicais de reexistência, produzindo territorialidades, pertencimento e formação entre juventudes periféricas. A pesquisa, de abordagem qualitativa e inspiração etnográfica, utilizou observação participante, diário de campo, levantamento documental e entrevistas semiestruturadas. Os resultados evidenciam que a ocupação da praça pela batalha ressignifica o espaço público como território de produção cultural, aprendizagem musical, afirmação identitária e resistência às desigualdades sociais. Argumenta-se que as batalhas de rima configuram contextos formativo-musicais nos quais música, território e reexistência se articulam na construção de trajetórias juvenis.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Downloads

Publicado

2026-11-02

Como Citar

PONCIANO, A., & Wanderley Oliveira, M. A. (2026). HIP-HOP E TERRITORIALIDADE: As batalhas de rima como práticas formativo-musicais de reexistência. EVENTOS ABEM, 7(1). Recuperado de https://eventos.abem.mus.br/eventos/article/view/1079

Edição

Grupos Temáticos Especiais

GTE 05 - Educação Musical e Relações Étnico-raciais

Formatos